terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Quero eu ver a tristeza partir, me despego de suas coisas e a observo ir
Viro as costas e nada vejo, o vazio e o medo já não moram mais aqui
Abro a porta venha logo, venha a sorte, vem a vida antes não vivida morar em mim
Escancarei minha janela para a felicidade vir


Para que Fiquem...
...dias de vida, felicidade e sorte em 2010!
lanCei
palavrinhAs

sEm

seNtido

alGum

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

"Palma da mão e grãos de areia,
tão forte aperto os dedos,
tão leve solto a cair no chão".

"Sou tão eu, sou um deserto,
calor me imerge alucinação".

"Falta ar e forte sede,
vem teu mar a me molhar.
Vem tão logo, vem depressa,
sou areia do seu mar".

domingo, 20 de dezembro de 2009

Queria falar, escrever ou soltar alguma palavra.
Por isso tão só me calei a boca, amarrei-me as mãos e tranquei os vocábulos.

Não é válido atribuir tempo ao que não se merece.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Firme pé na realidade.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009


Estou assim

E tão breve voltei a sorrir
Voltei a sentir o descanso encarnado em mim
Milhares de horas dormidas embriagado na mais pura preguiça
Dias sem horas e horas sem compromissos

Estou assim, tão breve voltei a sorrir

sábado, 28 de novembro de 2009

Poetando a vida...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Rosas

Abri os olhos para observar a minha volta
A sensação de estar aqui me basta, é boa e nunca passa
Permaneço, sinto e me arrasto
Colho as milhares de rosas espalhadas aos lados
Todo cheiro e tantas cores
Texturas das flores que me mostram tantos casos

Relacionamentos, acordos entre a carne e osso.
E um doce gosto do amor que nunca entendo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Pequena vida. Agora enorme

Te faço
Só desfaço
Me encontro e te escondo

Me viro
Escorrego
Me quebro e desmonto

Dou um salto
Fico alto
Ofegante ao seu encontro

Estou correndo e nunca paro
Desesperado vou andando

Nunca faço, quase raro
Sempre sinto e nunca passa

Tanto forte e nunca fraco
Pequena vida agora enorme por estar ao seu lado

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma sensação e uma certeza, são as cartas guardadas em minha manga esperando por um momento de serem jogadas a mesa.
Um xeque-mate certeiro, o fim do jogo que as regras eu ainda não conheço.
Chorarrisar

Chorei. As lágrimas já desconjuntadas corriam por todo o meu rosto, olhos vermelhos e cara inchada.
Ajuda? Perigo? Uma mão para meu socorro?
Não, não meu senhor, chorei de entusiasmado! As lágrimas aqui é de homem que vive em estado de permanente felicidade.
Apenas você

Apenas seu toque para todo o meu corpo
Apenas suas palavras para me serem ouvidas
Apenas as canções que de seus lábios ecoam
Apenas você para os restos dos dias

Tão doce e tão alegria
Tal é essa criatura que me enche de vida

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sentimentos de tempos

Ela era um pedaço de papel colocado em uma garrafa de vidro jogada ao mar.
Guardava segredos que despertariam desejos para quem a lesse. Era um enigma, uma pergunta sem uma resposta concreta.
Não era divina e nem impura. Não era mulher e nem menina.
Seu nome era Lua para noites escuras. Seu nome era Sol para tardes de calor. Sua presença era como a brisa leve e quase
impercebida.
Poucos
conseguiam senti-la.


Era jovem e nunca envelhecia, mas carregava em si vivências de anos de vida.
Sabia o que queria, mas logo desistia quando se via diante de coisas mais bonitas que até então não conhecia.
Era levada pela beleza da vida sem se importar com o peso e à medida que suas decisões traziam.
Era louca, era sã, era ela. Somente ela e qualquer
descrição amanhã já não se podia dizer que era ela, inconstante figura mudava como as fases da lua.

Não pisava no chão, mas também não tinha asas para voar.
Não usava bolsas nem
maquilagens, não utilizava dessas bobagens, pois buscava algo maior para se entregar.
Amava as cores, perfume de flores, trazia em pedaços de panos que cobriam seu corpo.


Ah! Se pudesse vê-la novamente! Tirá-la dos meus sonhos e em um pequeno momento presente tocasse seu rosto.
Falariam que sou louco, mas louco serei se não tiver esse encontro que tanto sonhei e alimentei por anos. Sentado naquele banco já sujo do tempo não me canso de esperar e fico atento a olhar a brisa que vem junto com o vento.


Rasgo-me por dentro, mordo minhas unhas e vejo cair meus cabelos. Desgraçado tempo que passa sem ter pena dos meus tristes sentimentos.
A espera dela não me cansarei e que não permitam os deuses que eu morra sem antes tê-la em meus braços e poder um dia beijar minha amada donzela.

domingo, 1 de novembro de 2009

A espera, um olhar sobre minha janela
Mastiguei algumas palavras, as engoli e então fiquei em silêncio.
Não era preciso dizer nada, sem barulhos e sem falas fiquei calado, apenas olhares trocados com o sol que finalmente aparecera em minha janela, seu saudoso retorno me suava a testa deixando respingos caírem em meu rosto.
Observei tudo a minha volta, ângulos que se limitavam em quatro paredes do meu quarto, pouco móveis poucas cores, pouco quase nada.
Encostei a porta. Agora fechada mas sem tranca, a deixei assim com a esperança de te ver de novo, quem sabe ainda me gosta e ainda volta com sede para beber do meu corpo.
Olhei as horas passar, vazavam como água entre meus dedos, não deseja fazer nada apenas gostaria te-la de novo.
Senti o vento do fim da tarde e a noite que chegava para rodear de estrelas a minha janela, estava só ao usufruir uma vista tão bela.
Ah se voltasse a tê-la de novo! Fazeriamos amor como dois loucos desesperados um pelo outro.
Nada disso acontecera, continuava calado a observar a noite que passava esperando o saudoso sol aparecer de novo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Penso em nada

Pensei no que escrever, sinceramente não sei.
A frase engasgada anda de mãos dadas com o sorriso que já fugiu do meu rosto.
O frio da cidade, o céu escuro e nublado já não me refletem mais nenhuma cor.
Corri para a rua. Olhei para todos os lados em busca de uma direção para fugir. Nem esquerda e nem direita, sem placas para seguir.
Volto para a casa de cômodos vazios, tão cheios de nada que se comparam com o que sinto por dentro de mim.
Me calo, me fecho e não penso em nada.
Não vejo o relógio, as horas aqui não existem, não são lentas e nem são rápidas.
Um dia após o outro, ele chega e nem percebo, logo acaba e se foi embora.

Me calo, me fecho e não penso em nada.
Apenas fecho os olhos e lembro daquela música que não mais toca.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Às vezes pareço engolir o mundo.
Em momentos pareço vomitá-lo.
O sabor da hipocrisia em meio a vozes de homens obstinados por suas "verdades", secam-lhe os ossos, rasgam suas vestes e gritam.
Para mim só me é mentiras, mas o ainda respeito para que as minhas verdades não sejam julgadas, defeituosas ou erradas.

Apenas pense, acredite e viva.
Apenas respeite e não me encha os ouvidos.
E que Deus abençoe todo ser que respire.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sabor para meu paladar

O gosto percebido ao paladar, o sabor que já não mais sabia... Degustei.

A minha pele aquecida, o arrepio que me cobria quando por suas mãos, teu toque a acariciar o rosto meu.

A mordida em meio a tantos beijos, meu almoço, meus desejos, meu prato, minha comida.
Sua presença, o alimento, o sustento para o resto dos meus dias.

Me afogo em tantos copos, me embebedo de sua saliva em meio a fortes mordidas entre meus lábios e os seus. Mata a minha sede, reaviva quem sou eu.

Me enrolo, me estico e me jogo e com fervor me enrosco só nos braços do meu bem.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Nessa cidade a primavera que só chove.

domingo, 11 de outubro de 2009

Insegurança não segura, não suporta, não é base.
A força me surge, escapa e logo volta.
As palavras serão ditas, ouvidas e expostas.
Os sentimentos afloram, a raiva aparece e não sei quando vai embora.
Tomara Deus que o amor não seja lançado fora.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Dois Gestos para um Só Corpo

O desejo de duas almas que anelam pelo corpo de uma única donzela que carrega com ela o perfume que embriaga, invade e engana o coração de um homem tolo.
Inicia-se então um jogo, uma briga, uma disputa de dois braços que com sede avançam sobre a taça que leva veneno e doce gosto.
Dois gestos, dois homens. Um Só Corpo, uma só dama.
A busca de um amor, uma bebida com sabor de drama.


*Texto criado por mim para a criação do meu trabalho coreográfico. Trata-se de dois homens que disputam pelo corpo de uma mulher. Sentimentos de desejo, engano e decepções são embalados pela canção "La Despedida" - Shakira.
Realizado no dia 5 de Outubro de 2009 na Faculdade de Artes do Paraná.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Incansável

Incansavelmente eu andarei descalço nas pedras sobre as ruas.
Incansavelmente eu correrei por todos os caminhos sem medo, sem rumo.
Incansavelmente ficarei parado sobre o céu estrelado que vejo acima da minha cabeça.
Incansavelmente eu pularei como que uma criança levada pela ingenuidade da vida, sem horas, sem regras, sem mentiras.
Incansavelmente falarei o que quero, o que acho, o que penso.
Incansavelmente ficarei quieto, sentado, calado, pensando.
Incansavelmente darei risadas, deixarei minhas lágrimas caírem sobre meu rosto.
Incansavelmente serei mais eu, serei o que sou e não saberei ser eu.
Incansavelmente vou ser assim sem nome, sem cor, sem sobrenome.

Todavia serei um incansável apaixonado por esse ser que carrego em meu peito.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Eufórico inconstante. Idéias brilhantes. Meus planos.

sábado, 19 de setembro de 2009

Vivências, surpresas da vida

Ele estava certo de que o destino lhe pregaria grandiosas surpresas.
Não andava ansioso, mas desejoso pelo o que ainda iria viver.
Era disperso e sobre ele passava o tempo, rápido e lento conforme o que ele sentia por dentro.
Seu coração batia no compasso da batida das lindas canções que seus ouvidos ouviam.
Não era rock e nem pop, clássicos ou pagodes, eram músicas da vida, a melodia das vivências que ele construía.
Experimentava, degustava os sabores colocados na mesa. Sabor de dor, amor e tristezas. Engolia a bebida que horas o açúcar escondia o amargo que já sentiu na saliva, lembranças passadas o olho que chorava a imagem guardada de um porta-retrato.
Mas a alegria que o invadia ao pensar que grandiosas coisas ainda viriam.
A liberdade, a amizade e uma doce paixão para toda uma vida.

A expectativas de dias melhores.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

No balanceio do seu balanço ela balançava sem parar

Seus pés iam alto, parecia voar

O vento forte em seu rosto lhe fazia flutuar

Ia longe, ia rápido, para frente e para trás

O frio na barriga, o sorriso da criança que brincava lá no ar

Os seus cabelos que se moviam, no balanço da menina que balançava sem parar

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Sobre sua canção eu dancei. E em seus passos e gestos me fiz real.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009


Correr não era mais o suficiente para mim por isso voei...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Tua voz me calava, paralisavam meus lábios
Meus movimentos te faziam estagnar... Instável

Colocava em sonhos meus sapatos, me vestia... Me sentia
Tuas asas me cobriam... Meu aconchego... Minha alegria

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Palavras engasgadas em meus movimentos.

domingo, 9 de agosto de 2009

O segredo estava na janela e Maria nem sabia.
Fatos, acasos, coisas...

Estou transbordando de mim mesmo
.
Sensações únicas, gostosas e maravilhosas.
Divertida, intrigante e bondosa.

Sinto a felicidade correr forte pelas minhas veias!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Ninguém ouviu um grito. Ainda o tenho preso em mim.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ouço a melodia que toca dentro de mim

segunda-feira, 27 de julho de 2009


Me embalei,
em um soninho,
com meu amor
sonhei.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O fato é que corro mas não me canso.

domingo, 19 de julho de 2009



Prateleira


Parei para pensar. Alinhar o que penso, o que vejo e o que sinto.
Coloquei-me na posição de pratelheira, sim, somente assim poderia organizar em mim os milhões de livros que estão em minha cabeça.
Livros de aventuras, terror, romances e tristezas. Alguns velhos de capas rasgadas, outros novos, uns modernos com figuras engraçadas.
Percebi que estava agoniado. Horas! Por que me sentia assim?
Tinha medo das pessoas. Passei a opinar, a bater o pé e dizer não a elas. Primeiro canto da pratelheira estava arrumado. A certeza de que o que acho tem valor e tem seu peso. Etiquetei essa coluna de livros como "Eu penso, eu falo".
Mas ainda me sentia preso a algo, talvez o receio do que pensariam a meu respeito. Achei em mim um livro de capa dura e forte, nunca tinha visto algo tão rígido ao mais forte toque. Então títulei ele como o nome de "Autoproteção", livro que me fazia ser forte o suficiente para não temer e me abalar por comentários alheios, como já dizia uma tia querida: "-Digam bem ou mal, mas digam de mim!" A segunda coluna estava pronta, a coluna chamada eu "Eu sou Forte" mas esse livro não podia ser emprestado, era único, pois somente cada pessoa poderia criá-lo.
A última colona sem dúvidas se chamaria Vida! Vocábulo que uniria todas as palavras. Acredito que a vida nos proporciona vários fatos e só partiremos dela quando sentirmos tudo, passarmos por tudo e nos tornarmos cheios de experiências e sabedoria.
Ali estavam livros de todas as cores, tamanhos e fontes. Todos ali poderiam ser lidos e compartilhados e se fosse útil a quem os lessem poderiam ser levados.
Livros que carregavam palavras doces e amargas de um único autor, Jair Gabardo.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Férias

Me planejei para grandes dias.
Atiçaria em mim desejos inusitados, espontâneos e bem largados. Sim largados. Levados a espontaneidade dos meus pensamentos, respeitando o ritmo que minha respiração tomava, horas forte, horas fraca.
Caminharei nas ruas como um gato, discreto porém, descolado. Entrarei em lojas mas, não comprarei nada apenas olho e reparo.
Chamarei amigos para bater um papo, dar risadas e tirar sarro.
Assistir a filmes novos e filmes velhos, só não verei os jornais me entristecem, só tragédias e maldades que ocorrem por essa cidade. Quero algo alegre, comédia, teatro e dança é claro, não deixarei de lado.
Quero sono longo e passar as noites em claro olhando para o teto imaginando cenas, momentos chorando calado.

Me preparei para grandes dias. Até que em fim chegou às férias.

terça-feira, 7 de julho de 2009


"Teu abraço, meu aconchego..."

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sinto nada

Por que me olhas com essa cara de peixe morto?
Por que não diz na cara e revela logo esse seu sujo jogo?
Me conheço, sei que não sou flor que se cheira, mas você sua besta não sabe disfarçar, não sabe esconder, não sabe nem ao menos quem é você.
Se aparte de mim os seus passos, fique longe de mim seu perfume, suma da minha frente e leve com você as imundices que colocou em seu próprio mundo.
Cale a boca, vire o rosto e morda sua língua. Suas palavras são um poço vazio, não mata a sede e para nada tem serventia.
Nojo.
Raiva.
Pena.

Sinto nada...

sábado, 4 de julho de 2009

Há meses atrás Maycon Jackson não era nem lembrado. Seu nome não estava nas listas de oração da sociedade lamentada.
Agora é rei disso, rei daquilo, rei de sei lá o que.
Talvés boas palavras seriam mais boas quando ouvidas ainda em vida e com grande alegria poderia se encher os pulmões de ar. Agora já gelado e sem nenhum sinal de movimento palavras são tão inúteis quanto ventilador ligado no quintal em dia de vento.

Hipócritas!

"É mais difícil ser um rei sem coroa do que uma pessoa mais normal."
"Seja curioso pelos mistérios da vida".

PS: Isso implica na sua, e não a do vizinho!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"Incansavelmente esperarei por uma palavra sua. Deus me livre que sejas adeus..."
O preço do gostoso

Menino sem rosto guardava no bolso uma nota de dinheiro.
Pensava por horas encostado na porta o que comprar para alimentar o seu eu.
Desidira comprar a felicidade. Sim, ele estava certo que ela custasse caro, mas com coragem iria negociar o seu preço.
Não sabia onde comprá-la por isso comprou um pacote de doces.
Ao colocar em sua boca aquela balinha roxa sorriu. Seus dentes à mostra naquela calçada quebrada deslumbrava qualquer um que visse seu rosto.
Nosso menino sem rosto descobrira algo novo! A felicidade estava no gosto das coisas que ele amava fazer, seu dinheiro era pouco mas o preço do gostoso ultrapassava qualquer nota guardada no bolso.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Confronto a rotina como um guerreiro incansável
Um cavaleiro de Tróia armado contra Esparta mato a rotina com a espada da criatividade.
Grito e discordo: Cretina monotonia saia de minha vida pois só incomodas aqueles que de maneira passiva não se importam com seus laços!
Não lhe dou espaços e nem mesmo me acharás quando velho e cansado estiver na minha cadeira de balanço embalado. Ainda escutarei músicas e trocarei os meus discos, pois canções repetidas não sairão dos meus lábios, roupas usadas sairão do meu armário e amarei novas coisas a cada vez que a vida me der a chance de fazer uma nova escolha.

domingo, 21 de junho de 2009

Eu de mim mesmo

Eu. Achado de mim mesmo e perdido do meu próprio eu
Me vasculho, investigo e procuro.
Continuo processo de ser simplesmente eu.

terça-feira, 16 de junho de 2009


"Parecidos, empolgantes conversas e um bom filme.
Sua mão junto a minha,
Tua paz, minha alegria.
Juntos o desejo de encontrar um alguém para essa vida".

domingo, 7 de junho de 2009


Sonhamos como crianças, temos impulsos de adolescentes imaturos e planos de gente adulta.
Vivemos longe mas sentimos como que pertos, ligados quase que eternos.
Conversamos, rimos e brigamos. Dois bobos, antes estranhos hoje amantes.
Olhares e desejos vibrantes fazem parte do nosso jogo.


terça-feira, 2 de junho de 2009

Se for preciso pare

Às vezes é preciso parar
Olhar o caminho andado,
Mude o ritmo dos passos. Mais lentos, mais rápidos...

Seja curioso
Corajoso o suficiente para andar nos trilhos do trem
sem fugir para os lados sem ter medo de outro alguém
Caminhos de balas perdidas e perigos em cada esquina
Mas mesmo assim se for preciso pare
Mude o ritmo dos passos. Mais lentos, mais rápidos...

A perigo por toda a parte
A rua é escura, faz frio e já é tarde
Não se tem ninguém à vista
Os cães latem nos portões e há barulhos nos telhados
Mas mesmo assim se for preciso pare
Mude o ritmo dos passos. Mais lentos, mais rápidos...

Cruze pelo gato preto e pare de superstições
Encare essa caminhada de fato
Deixe suas preocupações
Todo tempo é pressionado contra a parede
Com dez dedos na garganta que te sufocam e te deixam ao meio
Mas mesmo assim se for preciso pare
Mude o ritmo dos passos. Mais lentos, mais rápidos...

Ninguém te disse que seria fácil
Não seja cego para não cair nos buracos
Respire fundo e fique calmo

Mude o ritmo dos passos. Mais lentos, mais rápidos...

sábado, 30 de maio de 2009

A simpática velhinha no ônibus me disse:
-Estudas?
Eu disse:
-Sim.
Ela volta a perguntar:
-O que estudas?
Respondi a ela:
-Estudo dança. Sou bailarino.
Ela com um sorriso no rosto me diz:
-Quando nova queria ser bailarina, mas perdi os dedos da mão então não pude dançar... Tive que escolher outra profissão.

Era como se ela naquele momento satisfizesse por meio a minha vida seu antigo sonho. Uma sensação única.

"Faça aquilo que deseja e faça com grande gosto".

quinta-feira, 28 de maio de 2009

"Sem fórmulas e nem vírgulas".

domingo, 24 de maio de 2009

Bichos difíceis de entender

Não é errado se achar, se vasculhar e se entender
Somos maiores do que realmente pensamos ser
Somos incríveis, somos conquistadores
Fortes e incansáveis
Com o suor na testa enfrentamos o mundo
Somos seres humanos bichos difíceis de entender

Somos errantes, vaidosos e cheios de planos
Egoísta, ingênuos e de personalidades marcantes
Somos falsos e quando queremos verdadeiros
Frutos de um amor divino e resultado de um fruto proibido
Desde então temos nossas escolhas e guiamos nosso viver
Somos seres humanos bichos difíceis de entender

Amamos as flores e as mesmas destruímos
Alimentamos nosso ego e ficamos depressivos quando ele é ferido
Não somos nem bons e nem ruins
Somos o que somos
Não importa o que nos dizem, continuamos sendo nós mesmos...
... Seres humanos bichos difíceis de entender

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Vitalidade

"Ainda prefiro ser amante das boas coisas da vida
Amo a minha dança e não a troco por qualquer melodia
Corro em direção aos ventos e me jogo de altas colinas
Já sou amigo do medo, mas inimigo do tempo que um dia me levará a vida
Dane-se! Ainda respiro
Ainda caminho, ainda sinto o pulsar vibrante dentro de mim
É maravilhoso estar vivo!"

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Hoje acordei com grandes expectativas. Expectativas de mim mesmo!"

domingo, 26 de abril de 2009

"Corra esse risco. Seja você mesmo".
Pássaro

Todos achavam lindo o canto daquele pássaro,
mal sabiam que por dentro ele chorava, gritava e chamava por mais um vôo.
Vôo que o levaria para outros lugares, mas as batidas de suas asas não o conseguiam levar, não para onde ele realmente gostaria de ficar.
tristes dias desse pássaro, semanas confusas e meses chatos!
Na procura de outros galhos e na busca de climas melhores o coitado não acha.
Ainda acredito em final feliz.
Ainda acredito que ele alcançará vôos mais altos!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Segredos

Continue assim quietinho
Tenha seus próprios segredos
Tenha sua própria vida
Não tenha medo de seus medos

Todos têm seus segredos
Todo mundo tem suas vergonhas
Aquelas coisas que não queremos que vejam
As nossas antigas lembranças

Os meus segredos não lhe conto
Meus segredos joguei ao vento
A minha vida é um ponto o qual o rumo eu desconheço

Não lhe contarei meus segredos...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Partida

"Não pensarei mais em preocupações
Não falarei mais de mim
Subirei no meu barco

Partirei rumo ao sem fim".
"Apenas lembrarei dos sorrisos.
Coisas felizes que passei ao seu lado".

sábado, 11 de abril de 2009

Coisas nossas

Ata-me,
Mas ata-me de um modo que eu nunca mais escape
Sufoca-me
Mas me sufoque de tal maneira que nunca mais acorde
Abraça-me,
Quero um abraço bem forte
Me ame,
Não por obrigação, mas porque assim decidiu me amar
Fica comigo,
Não é uma imposição, é apenas um pedido
Faça-me feliz,
Prometo lhe fazer o mesmo

Tenho desejado estar com você
Coisas nossas...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Quanto tempo


Pensando tanto em você
Desejando tanto te ter

Quanto medo...

Queria tanto te ver
Podia até mesmo escrever

Mas quanto medo...

Medo do compromisso, medo do futuro, medo de tudo
Medo de ser duas vidas, medo de entrar e não ter saídas

Vontade de estar contigo
Vontade de ser sozinho
Vontade de morrer

Pensando tanto em você
Desejando tanto te ter

Quanto tempo...

quinta-feira, 2 de abril de 2009


Caminhos andados

Era tarde, estava frio
Já não se ouvia mais nenhum barulho
Tudo era vazio e lento ao redor de mim
Monótono, parado

Nem as palavras e letras mudam e nem se quer me ajudam
Parece nunca mudar

A pintura na tela me fiz desejar ali habitar
O sentimento de fuga, tanto quanto desesperador me levou para longe
Mais longe que eu pude chegar

Parece tão poucos aos seus olhos
Mais muito para mim
Se apresenta como tão inútil
Mas tem o seu valor dentro de mim

Ninguém entende, ninguém vê
Nem eu posso e nem você
Esquecer? Deixar para trás? Parar no tempo?
Nada disso poderia alterar

Caminhos são assim, precisam ser trilhados
Não escolhi as pessoas que andaram do meu lado
Nem os caminhos andadosPois de qualquer forma, era preciso passar ali
Lentidão

Lendo, manso
Quase que parado,

Concentração me falta, escapa...


Lento, manso
Quase que parado,

Não consigo pensar em nada...


Lento, manso
Quase que parado,

Parece que o dia não acaba,
A tarde é fria e esse sono que não passa...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Para que fiquem

Para se ver,
Para sentir,
Para que se possa entender

Para não olhar,
Para que a alma não sinta,
Para as dúvidas surgirem dentro de alguém

Para meus desejos, para o meu eu
Para que de algum modo também lembre alguma coisa em você

Para os dias, as semanas, meses e anos
Para toda uma vida cheia de acertos e enganos

Para sempre se ter,
Para sempre escrever,
Para que fiquem...

Amor de Tabela

Queria que o amor fosse como uma tabela...
Marcaria um "X" nos dias, horários e locais que sairia com ela!

Não sou de muitos agrados e abraços
Embora sinto falta desses tratos
O negócio é não dar espaços para tantos sentimentos,
Ocupa essa cabeça menino!
Dizem que cabeça vazia é oficina do diabo,
mas meus pensamentos estão tão longes que nem o danado consegue com seus laços amarrar o que se passa aqui dentro

Queria que o amor fosse como uma tabela...
Marcaria um "X" nos dias, horários e locais que sairia com ela!

O negócio é não dar espaços para tantos sentimentos.
Como?
Me explica!
Tem formula, é matemática? Se for isso eu aprendo.

Sou estranho, sou diferente,
Quem sabe um dia encontre esse amor de tabela,
Um amor que me entende