segunda-feira, 23 de maio de 2011

Tênue

Um ato. Um único ato para se ferir a alma de quem só te quer bem.
A linha tênue, risca leve. Apagada? Nem tanto.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Depois de tudo isso...


Um tanto congelado, quem sabe.
O fato que eu sei das coisas, não todas, algumas só.
Me enganei, tropecei e arranhei a pele, meu estômago que dói tanto.
Impaciência no esperar, sem sono para escapar da agonia das horas.
A chave do baú ao lado, a entrada que te feriu a alma, eu sei que feriu.

Chorei por isso, chorei por duvidar e mesmo assim errei de novo.

Prometo, nunca mais. Juro por você, por mim, por nós.
Nunca mais medo, nunca mais o peso do receio, do falso engano.

Hoje mais quente, ao menos mais disposto.
Disposto a deixar pra lá, a deixar que seja.
Seja como os dois queiram que seja.
Não só meu, não só teu. Do nosso jeitinho de ser.
E mesmo assim um, dois, mas não mais que isso.

Duas vias, uma mão dupla e o esforço diário pelo vir e ir, para o outro.